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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

ALIENÍGENAS



Somos vigiados por alienígenas
Eles estão por toda a parte
Tal como fizemos com os indígenas
Seremos atacados por seres de Marte


Será que eles querem nos proteger
Para evitar a nossa auto-aniquilação
Extraterrestres querem deter
A construção de armas de destruição


A ciência hoje esta área estuda
A cada dia está mais evidente
Não pode ficar cega, surda e muda
Quer encarar a realidade de frente


Algo sobrenatural está acontecendo
Alguém lá do alto quer nosso bem
Na china há aparições ocorrendo
Em outras partes do mundo também


Este tema é muito empolgante
Vem desde os homens das cavernas
E ainda continua sendo instigante
Para as sociedades ditas modernas


JOSÉ CARLOS GUETA - O POETA DO ABC

NANOTECNOLOGIA
















N a esfera do desenvolvimento mundial
A nanotecnologia é algo primordial
N o tocante ao segmento ambiental
seu efeito reflete no âmbito social
T ambém usado na cosmética facial
E mpresas que adotam este potencial
C onstruir nano máquinas seria real
N as aplicações visam o bem e o mal
O descontrole levaria ao juízo final
L evando a manipulação do átomo afinal
O desenho de nano materiais é radical
erador de uma nova vida original
I mpossível deter o poder intelectual
A ciência e a tecnologia num mesmo ideal

JOSÉ CARLOS GUETA - O POETA DO ABC

HOMEM VOADOR




A imaginação precede as descobertas
O homem não teria ido à lua sem ela
Ciência é uma cidade de portas abertas
O cientista é o pintor o universo é a tela

Há cinquenta anos meu avô dizia assim:
O homem vai voar com motor nas costas
O futuro vindouro antecipava para mim
Tudo que eu perguntava ele tinha respostas

Fui crescendo vendo o avanço da ciência
Com as previsões deste contador de história
Acreditava que o homem tem competência
Sinto falta do meu avô de saudosa memória

JOSÉ CARLOS GUETA - O POETA DO ABC

A FORMIGA E O PREGUIÇOSO





O preguiçoso no banco do jardim 
Observa uma fila indiana 
Eram formigas num trabalho sem fim 
Mostravam uma força sobre humana 

Carregavam folhas nas costas 
Cinquenta vezes mais pesadas que elas 
O preguiçoso buscava respostas 
De como havia tanta força nelas 

Indiferentes ao observador sonolento 
Elas levavam o alimento sem parar 
Armazenavam aproveitando o momento 
Antes de o inverno chegar 

Quando o inverno chegou 
A formiga estava sossegada 
No lar seguro ela se abrigou 
Sua família estava amparada 

Observa a formiga, preguiçoso. 
Aprenda esta grande lição 
Quem leva a vida, ocioso
Não é digno da sua porção 

JOSÉ CARLOS GUETA - O POETA DO ABC

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

NO TÚNEL DO TEMPO: ANO 1978, "O ROBOT".


(Para ler click na imagem)


UM ROBÔ NA PIRELLI

O ano era 1978, o Clube da Pirelli formara um grupo teatral, sob a direção de Hugo Kalil e os atores eram funcionários da empresa. A peça escolhida foi a do autor espanhol Fernando Arrabal - Pic- nic no Fronte, com a inclusão de um personagem inusitado, um Robô. Surgiu então um dilema. Quem construiria este Robô ?

Foi aí que tudo começou… fui procurado pela Dra Claudia Giordano, Presidente do Clube, para construir o Robô pois já havia colaborado em outras oportunidades na confecção de cartazes, faixas, etc. Este Robô seria uma espécie de armadura, que vestiria o ator de nome Adão, que na época trabalhava na sala de xerox.

Como se eu fosse um alfaiate, tirei todas as medidas do rapaz para que a armadura tivesse um caimento perfeito. Para confeccionar, usei chapas de alumínio, tubos de vácuo, espumas, acrílicos e componentes eletrônicos. Dentro da armadura adaptei um microfone para captar a voz do ator e pasmem, uma imensa fiação que vinha encaixada na tomada, afim de facilitar a sua locomoção no palco. Quando o ator falava, acediam luzes intermitentes nos botões coloridos que enfeitavam o peito do robô. O único inconveniente era que a roupa, por ser feita de alumínio, se tornou quente.

Chega o grande dia… o teatro escolhido na ocasião foi o Conchita de Moraes em Santo André. Como somente os atores sabiam da inclusão do Robô na peça, isso causou grande espanto nas crianças, que observaram atentamente a todos os movimentos do robô.
Assisti a tudo timidamente em uma das últimas poltronas do teatro, pois não queria ser reconhecido. Mas foi inevitável, ao término da peça alguns dedos apontaram pra mim…
- Olha lá o rapaz que construiu o robô !!!!
Formou-se uma imensa fila para me cumprimentar, tiraram fotos e a peça foi matéria de página inteira na revista “Notícias Pirelli”.
Autor: José Carlos Gueta



O ROBOT
.
No ano de 1978 à pedido da empresa
Confeccionei um Robot para uma peça teatral
Naquele tempo era algo inusitado com certeza
Para as crianças aquele momento foi magistral
.
Para mim foi um dia de muita emoção
Tanto trabalho mas valeu a pena
O Robot foi a principal atração
Posso dizer que ele roubou a cena
.
Quem construiu? Todos queriam saber.
E outra forte emoção pude experimentar
Não deu tempo para eu me esconder
Fizeram até fila para me cumprimentar


JOSÉ CARLOS GUETA - O POETA DO ABC

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

PLATAFORMAS PERIGOSAS


Esquema de um poço de petróleo com bomba instalada.

 
Em 1947 começa a primeira extração de petróleo no mar 
Um trabalho que exige coragem de quem o executa 
Manobristas manuseiam tanques que podem esmagar 
Nas plataformas contra todo risco o trabalhador luta 

CANTARÉU é o poço petroleiro maior do nosso planeta 
A grua leva o tanque com mais de setenta toneladas 
Trabalho árduo que somente homem de coragem aceita 
Convivendo com os riscos se houver ações impensadas 

O mergulhador trabalhando sempre em águas turvas 
Encaixando flanges, enfrentando grandes turbulências. 
Sacrificando suas vidas aumentando o número de viúvas 
Garantir a segurança desses homens são as exigências 

A sociedade moderna precisa desses homens valentes 
Garantem a matéria-prima para fabricar diversos produtos 
Os perigos constantes não saem das suas mentes 
Deus guarde esses homens em seus trabalhos duros


JOSÉ CARLOS GUETA - O POETA DO ABC

SONDAS ESPACIAIS




S ão instrumentos robóticos
O bservadoras do espaço
N elas viajam aparelhos ópticos
D esvendando com olhos de aço
A tingindo distâncias enormes
S obrevoando lugares sem nomes

E las buscam vida extraterrena.
S ão direcionadas por cientistas
P roduzem fotos das cenas
qui da terra podem ser vistas
C om suas informações importantes
nveste-se em novas tecnologias
A tingindo galáxias distantes
I ntencionadas novas moradias
e a terra elas forem semelhantes



JOSÉ CARLOS GUETA - O POETA DO ABC